Me conta aqui – Isa

Ai que emoção!!! Mais um assunto variado aqui nesse quadro. Hoje eu tenho o prazer de trazer um post da linda da Isa para vocês!! Para quem não conhece a Isa é a pessoa mais maravilhosa desse youtube que fala de gatos, serio gente, vai lá conhecer o canal dela. Eu não tenho gatos mas ela e o Rafael (namorado dela) são tão carismáticos que eu amo ficar vendo os video e até estou pensando em arrumar um viu hehehehe. A Isa é uma das pessoas que eu gosto de acompanhar porque o canal tem muito conteúdo.

Eu não vou falar muito aqui não para vocês lerem o post dela, que está bem mais legal que eu falando hahahaha.


Olá, eu sou a Isa e eu tenho 24 gatos! Sim, essa é a forma como eu me apresento nos últimos dois anos.  É claro que eu não sou só isso, existe toda uma história de como eu cheguei aqui hoje, com meus 24 peludos. E foi por isso que eu criei o meu canal no YouTube, o canal Isa Gateira.

Mas calma, eu estou me precipitando! Quem eu sou?

Sou a Isabelle, mas me chame de Isa se você for errar meu nome. Sou carioca, que odeia calor e praia. Tenho 25 anos e sou estudante de Medicina Veterinária. Minha história com os gatos começou muito antes de mim, com meus pais, que já eram gateiros assumidos. Foi bem natural pra mim começar a seguir meus próprios passos como gateira desde muito cedo.

Meu primeiro resgate aconteceu quando eu tinha uns 18 ou 19 anos… esse gato é o Lucky, que está comigo até hoje. Desde então o Lucky abriu as portas pra uma série de outros resgates que mudaram COMPLETAMENTE o rumo da minha vida. SIM! Quando eu comecei a resgatar eu era estudante de Psicologia, e depois dos regates, eu assumi meu sonho de ser veterinária. Assumi o sonho mais desafiante, difícil e quase impossível da minha vida. Luto todos os dias pra conseguir sobreviver a essa faculdade, que acho que é uma das mais difíceis do mundo! Difícil em diferentes níveis.

Mas enfim… A Fe me pediu pra contar um perrengue que eu já vivi por causa da minha vida de resgates. Bom, eu resgatei mais de 50 gatos em 4 anos. Muitos foram adotados, alguns não resistiram ao abandono, e 24, ficaram comigo. Ao longo desses 4 anos eu colecionei uma gama de histórias incríveis, emocionantes e engraçadas que daria pra escrever um livro (um dia quem sabe?).

Mas eu escolhi uma aqui pra compartilhar com vocês: A história do Jhonny Bravo! 

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Tudo começou alguns dias antes do resgate dele, quando meu namorado voltando pra casa a noite escutou um miado que parecia vir de dentro de um carro abandonado. Ele tentou achar o gatinho, e percebeu que o gato estava escondido na lataria do carro, mas como estava escuro, ele não conseguiu ver e foi embora. Mas ele me contou, e foi o bastante pra tirar meu sono pensando nesse gato.

Na noite seguinte ele ouviu o miado novamente, mas parecia um miado diferente, mais grosso. Ele imaginou que poderiam ser vários gatos… ou uma mãe com filhotes e ficou preocupado de verdade. No dia seguinte, fomos lá pra tentar fazer o resgate. Ficamos horas rondando o carro procurando os gatos, até que conseguimos ver um filhote branco e amarelo que parecia ter 2 meses. Ele era o único e o miado grosso vinha dele. O coitado estava miando a tantos dias que ficou rouco!

Mas o Jhonny era muito assustado e desconfiado, e não permitia aproximação. Foram horas ali falando com ele tentando o resgate, e nada.  Já era noite quando eu resolvi ir buscar um sachê e tentar ganhar ele pela barriga. E foi o que deu certo. Só que ai começa meu perrengue: eu estava sem caixa de transporte, e apesar de ser um filhote, ele estava muito bravo e eu não ia conseguir levar ele pra casa no colo, mesmo sendo perto. Então eu olhei o que eu tinha e veio a ideia: tirei tudo de dentro da minha bolsa, pegamos o Jhonny pelo cangote e colocamos ele dentro da minha bolsa. Tivemos que fechar a bolsa porque ele virou UMA ONÇA! (por isso ele ganhou esse nome)

Chegando em casa, depois de um belo banho devido as sujeiras de graxa, ele começou a se acalmar e já aceitou carinho. Ele ficou aqui em casa por pouco tempo, mas tempo suficiente pra ser inesquecível pra mim. Ele se transformou num gatinho muito carinhoso, manhoso e especial. Continuou assustado e desconfiado, mas isso não foi empecilho pra que ele conseguisse uma linda adoção! Hoje em dia ainda tenho contato com a mamãe dele, que me diz que ele é o gato mais gordo que ela já teve!!

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É uma satisfação imensa participar dessas histórias. E eu tenho contado mais dessas histórias lá no meu canal. A criação do canal foi justamente por conta de toda a curiosidade gerada pelo número de gatos que eu tenho e por toda a minha história com eles. E eu aproveito pra orientar, dar dicas pra gateiros, falo sobre doenças, tiro dúvidas! Aproveito toda a minha experiencia e meu conhecimento devido a faculdade e as minhas pesquisas pra fazer com que todo gateiro aprenda a entender melhor o seu gato e cuidar melhor dele!

E eu me encontrei fazendo isso! E pra finalizar eu vou dar 3 dicas de ouro pra você que tem gatos:

  1. Lugar de gato é dentro de casa!
  2. Castração é a solução!
  3. Espaço vertical é essencial!

Então eu espero que vocês tenham gostado de me conhecer um pouco mais e convido você que realmente ficou curiosa a acompanhar meu canal!

Eu conheci a Fe pelo YouTube e fiquei maravilhada com as dicas de organização e produtividade. Eu travo uma batalha com a minha organização pessoal, já que meus dias são sempre uma loucura, com meus 24 gatos, minha faculdade em tempo integral e além disso, tenho duas cadelas e 14 Jabutis!! Hahaha Mas seguir a Fe sempre me dá vontade de continuar tentando a encontrar uma forma de me organizar e produzir sempre mais, e eu só tenho a agradecer a ela por compartilhar todas as dicas e desafios dela com a gente!! E eu me sinto honrada pelo convite de me apresentar por aqui!!

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Me conta aqui… Maria Lowen

Mais um post lindo e cheio de amor nesse quadro. Para quem não sabe agora aqui no blog tem o quadro “Me conta aqui…” em que eu vou convidar pessoas que eu acompanho e acho que tem muito que compartilhar com vocês para virem falar um pouquinho por aqui.

No primeiro post a gente teve  Camila Bisson, que também é colaboradora aqui do blog. Ela falou sobre ilustração e design, que são coisas muito presentes na vida dela. Tivemos também post com a Leticia da LeRô Design, falando sobre ter a marca dela e o design, e o ultimo post foi da linda Thatz falando de minimalismo e bullet journal.

Vocês podem conferir os posts aqui

Hoje eu trago a Maria Lowen @meubulletjournal. A maria foi uma das pessoas que eu segui logo quando descobri o mundo de bullet journal. Ela faz cada coisa linda no bujo dela, e é claro que eu chamei ela para compartilhar um pouquinho disso com vocês.

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Olá meus amores! Tudo bom? Aqui é a Maria Lowen, lá do @meubulletjournal e do Blog Serotonina. Eu também tenho um canal no Youtube onde falo muito sobre Bullet Journal, estudos, medicina e diversas outras coisinhas. Apresentações feitas, eu to invadindo aqui o cantinho da Fê (obrigada pelo convite!) para falar com vocês um pouquinho sobre Bujo e planners! Então, vamos para de enrolar e vamos ao que interessa.

Começando com a pergunta que não quer calar: por que escolher o método do Bullet Journal? E a resposta é muito simples, é o que mais atende ao que eu preciso. E é assim que uma pessoa deve escolher o seu método de organização. Agora, os pontos positivos do Bujo para mim são: eu consigo colocar o que eu quiser em um lugar só. O que eu precisar, está lá. Sem desperdício e tudo organizado. Numa agenda normal ou planner já vem tudo pré organizado, tudo tem o seu lugar e não tem muito aonde eu colocar coisas extras. Então muitas vezes ficam espaços vazios e outros muito aglomerados, ou seja, um caos. Com o Bullet Journal não, tudo tem o seu lugar. 

Eu sempre fui a rainhas listas! Ia viajar? Vamos fazer uma lista pra mala, uma de lugares que eu quero ir, montar um orçamento, um roteiro… Tenho que estudar, tinha a lista geral de matérias, um calendário e  ainda depois uma anotação em algum lugar de como eu tinha ido e a média final do semestre. Outra coisa que eu sempre gostei de organizar: os eventos da vida. O que eu tinha feito no final de semana, com quem eu tinha saído, o restaurante, todas essas coisinhas. Com o Bullet Journal eu consegui compactar tudo em um canto só! Organizar viagens, estudos, funcionar como terapia e a lista continua, são todas as áreas onde o Bullet Jornal realmente me ajuda. 

Um vez que você decide que vai fazer um Bullet Journal, começa a busca incansável por inspirações e logo vem a dúvida de onde fazer o seu bujo, num caderno broxura, num argolado, sistema de elásticos… Bom, eu já migrei por dois desses, o caderno e o argolado, e posso dizer que os dois são ótimos! E vale a pena lembrar que, o importante, é funcionar pra você. Mas pra mim, o argolado só tem dois defeitos: ele é grande e difícil de escrever sem retirar as folhas dele. Por isso estou usando o caderno no momento, menor, mais fácil de usar em qualquer lugar e apesar de eu não conseguir mais imprimir as páginas e nem reorganizar a ordem das coisas no meu Bujo, funciona perfeitamente. 

Se você está pensando em começar a se organizar com o Bujo, eu tenho uma dica muito preciosa pra você: só comece. Não fique esperando o caderno X ou Y, pegue folhas em casa, grampeie e use como um Bullet Journal. É até melhor você iniciar o processo sem se comprometer, leia-se, sem gastar dinheiro com nada. Aí sim você vai saber como que vai funcionar melhor pra você e vai conseguir fazer uma escolha mais consciente, de caderno, de folha, de caneta, de tudo mesmo! E a minha dica de ouro, quase meu mantra é: pode ser feio, sujo, amassado, do jeito que for, o que importa é que te ajude a se organizar!

E por hoje é só! Espero que vocês tenham gostado da minha visita! Qualquer dúvida, estamos aí! Beijinhos e até a próxima.

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Me conta aqui… Thatz @thatzbujo

Será que eu to sonhando de conseguir dar continuidade nesse projeto?? Ai gente, estou tão feliz de poder trazer tanta gente linda aqui para compartilhar coisas tão legais com vocês. Hoje eu trouxe minha musa do minimalismo a Thatz. O papo com ela foi um entrevista super gostosa sobre o universo de bujo e minimalismo e acho que dá para pegar umas dicas bem legais.
  Se apresente
 
Olá, meu nome é Thaís e eu sou a dona do @thatzbujo! sou advogada e concurseira, tenho 24 anos e moro em Recife -PE.
 
Porque o bullet Journal como metodo de organização?
 
Basicamente pelo poder de personalização que o bujo tem, além da flexibilidade de poder usar qualquer caderno. Sempre tive muitas agendas que se perdiam porque obviamente eu não usava sempre e me dava um nervoso ver aquele tanto de página em branco. O bullet journal, além de ser um método muito prático, me deixa livre pra usar as páginas do jeito que me aprouver melhor.
O que te atrai no minimalismo?
 
Primeiro, a praticidade, segundo, a beleza. Acho que uma página minimalista chama muito mais atenção e tem mais impacto visual do que uma página cheia de cores e coisas, muita informação geralmente causa uma confusão visual.
Porque minimalismo e não a moda da página cheia?
 
Mais uma vez, pela praticidade, e também porque eu não tenho muita paciência nem tempo pra ficar enfeitando meu bujo. Eu preciso que ele seja, antes de tudo, funcional pra mim. A parte decorativa eu deixo pra quando quero relaxar, e foco em letterings ou mini desenhos, sempre com caneta preta mesmo. Foi um estilo que eu encontrei depois de alguns testes, meu primeiro bujo mesmo, como eu estava extremamente empolgada, era cheio de desenhos e cores e fontes. Depois percebi que não era minha vibe de verdade, e me encontrei minimalista.
Fale um pouco sobre o minimalismo no bujo e dê algumas dicas para quem quer usar a mesma forma no seu planner
 
Olha, minimalismo no bujo é basicamente seguir a cartilha do Ryder Carrol, criador do método bullet journal. É colocar o mínimo de informação possível, visualmente falando, para que você bata o olho na página e veja o que precisa. Eu indico isso muito pra quem está iniciando no universo do bullet journal e fica ansioso porque não sabe desenhar, não tem criatividade, não consegue manter a agenda… Esse tipo de preocupação tira bastante o foco do objetivo do bullet, que é ajudar na organização. Se, ao contrário, a pessoa se sente ansiosa e pressionada, talvez o minimalismo ajude a aliviar a tensão, porque é muito simples e pode ser aplicado em qualquer tipo de planner. O grande foco do minimalismo não é a beleza (embora seja lindo), e sim a funcionalidade sem perder o senso estético. 
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Me conta aqui…Camila Bisson

Hoje finalmente eu estreio um novo quadro aqui no blog, e como eu estou feliz com isso. Pensei nesse quadro com tanto carinho e ver ele sendo realizado me deixa extremamente realizada, ainda mais sabendo que vai passar muita gente linda por aqui.

Bem vindos ao Me conta aqui

A ideia desse quadro é trazer muita gente linda para falar de assuntos variados, organização, planner, viagens, vida, trabalho… Quero poder compartilhar com vocês algumas pessoas que eu sigo, que eu admiro, que eu acho que tem muito o que falar por aqui. Espero muito que vocês curtam esse quadro. Ele pode vir como no formato de hoje, onde a própria pessoa vai escrever seu post contando um pouco de algum assunto, ou em formato de entrevista.

E hoje eu inauguro esse quadro com uma pessoa que, nossa.. Conheci a Ca por acaso no instagram, ela me seguia e eu resolvi stalkear o perfil dela (sim faço isso com frequência com vocês) e descobri o quão talentosa ela é. Não vou falar mais nada, leiam o post dela. E no final, descubram mais uma novidade do blog de agora em diante….


 

Oi pessoal! Tudo bem com vocês?

Meu nome é Camila, tenho 25 anos e moro em São Carlos interior de São Paulo. Sou Ilustradora, Designer e Pesquisadora na área de Games (atualmente faço Mestrado na Universidade Federal de São Carlos). Adoro fazer crochê e ilustrar no meu Bullet Journal nas horas vagas. AMO (sim, com letras garrafais) café e sempre me aventuro na cozinha.

A Ilustração é algo presente na minha vida desde  um momento que ao certo não consigo me lembrar. Lembro apenas de, quando ainda bem pequena, sair correndo pra mostrar pra minha mãe uma serei a que eu tinha desenhado porque era a primeira vez que tinha conseguido fazer uma mãozinha com dedos.

Sabe aquela garota que passa horas e horas nas aulas desenhando no caderno? Eu era essa garota, desde sempre. Desenhar sempre foi algo que me preencheu de uma forma quase que inexplicável. Um hobby. Um amado hobby. Mas mal sabia eu, ao desenhar nos cadernos, a proporção que a Ilustração tomaria na minha vida.

Acho que eu tinha cerca de 15 anos quando comecei a me interessar por fotografia (durante a faculdade cheguei a trabalhar na área). E o que a fotografia tem a ver com tudo isso, além de ser algo que adoro até hoje? Pois bem. Foi a fotografia que me levou a um curso de audiovisual. E foi na faculdade que eu descobri que o hobby que eu tanto amava poderia se tornar a minha profissão.

Foi a paixão pelos games que me fez enxergar que todos os cadernos nos quais eu tinha desenhado sem parar tinham feito toda a diferença. Descobri que criar jogos era algo que eu poderia e queria fazer. Descobri que queria fazer sim arte, mas não exatamente só com uma câmera, mas sim com traços e cores. Também na faculdade descobri minha paixão pelo design.

A certeza se firmou quando comecei efetivamente a trabalhar na área. Em um estágio que durou metade da graduação me encontrei Ilustradora, Designer e Animadora.

Mas a verdade é que tudo aconteceu tão naturalmente que só me dou conta de tais transformações quando paro para pensar e falar sobre isso. E bom, tudo em um trabalho criativo é transformação. Transformação, inspiração e transpiração, claro.

Uma das melhores e piores partes de lidar com a criatividade é justamente a própria criatividade. É absolutamente mágico poder com seu trabalho dar mais cores e alegria para o mundo, mas, ao mesmo tempo, é absolutamente angustiante não ter aquele sopro de genialidade, ou aquela ideia perfeita na hora certa (afinal, sempre achamos que uma ideia não basta, ela deve ser PERFEITA – mas nem sempre é). Sem contar claro, a frustração de imaginar algo absolutamente incrível(!) e na prática não ser bem assim…

Como toda atividade que realizamos na vida, lidar com a arte, mesmo que você ame aquilo que faz, tem seus momentos difíceis.  Mas tudo vale a pena. Tudo vale quando você consegue, com o seu trabalho, dar vida à uma ideia. Lidar com todos os tropeços  e obstáculos do processo é normal! E mais do que isso: é aprendizado. E criar é algo diretamente ligado com aprender.

Aprender todos os dias é meu lema desde que me reconheci Ilustradora: “seja 1% melhor todos os dias” é o que sempre penso. E é esse o motivo pelo qual me esforço todos os dias. Não deixo de pelo menos rabiscar algo um dia que seja, nem de sempre procurar inspirações e referências. Tudo é inspirador: ilustrações, fotos, trabalhos gráficos, jogos, animações. TUDO. E nunca se deve parar de buscar aquilo que vai te fazer ser melhor naquilo que você ama e quer fazer.

Não, eu não acho que sou a Ilustradora que desejo ser. Mas acredito que o processo é assim.  Talvez eu nunca seja e isso é bom. Na verdade, isso é MUITO bom. Não devemos nunca nos bastar naquilo que somos e fazemos, afinal, se acomodar é deixar de aprender. Acredito fortemente que aprendizado é combustível e que nunca sabemos tudo: sempre há algo novo pra se ver e absorver.

 


 

Talvez vocês estejam se perguntando: aonde essa conversa vai chegar? Pois bem, essa conversa terá vários e vários desdobramentos a partir de semana que vem. É com este texto que me apresento pra vocês e inicio uma fase que me deixa absolutamente feliz e honrada: a partir de um convite da nossa querida Fê, vou ser colaboradora aqui do blog! Serão posts quinzenais sobre Ilustração, Design, inspiração, criatividade e claro, Bullet Journal!

Então, espero vocês semana que vem!

Beijo beijo e até a próxima!

 

 

Instagram: @camila.bisson

Twitter: @thesparksoffire

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